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Estimulacao cerebral profunda: o que se sabe até agora.

Conviver com a depressão é enfrentar inúmeras batalhas. Em casos graves, alguns pacientes não respondem a medicamentos, psicoterapia ou outros tratamentos disponíveis. Nessas situações, pesquisadores têm estudado uma alternativa mais complexa: a Estimulação Cerebral Profunda (DBS).

O procedimento consiste no implante de eletrodos em regiões do cérebro relacionadas ao humor e às emoções. Conectados a um gerador, esses eletrodos emitem impulsos elétricos capazes de modular a atividade cerebral. Os efeitos não são imediatos: ajustes finos são feitos ao longo de semanas, e os resultados tendem a aparecer de forma gradual.

Como toda cirurgia, existem riscos, incluindo infecção e sangramento, além do fato de que nem todos os pacientes respondem bem ao tratamento. A DBS não é uma cura — o acompanhamento psiquiátrico e psicológico continua fundamental.

Apesar de representar um avanço importante, a estimulação cerebral profunda é indicada apenas em casos muito específicos, após avaliação criteriosa, e deve ser realizada em centros altamente especializados.

Referências
1. Crowell AL, Riva-Posse P, Holtzheimer PE, Mayberg HS. Deep brain stimulation for treatment-resistant depression. Am J Psychiatry. 2019;176(6):408-416. doi:10.1176/appi.ajp.2019.19030284
2. Holtzheimer PE, Husain MM, Lisanby SH, et al. Subcallosal cingulate deep brain stimulation for treatment-resistant depression: a multisite, randomized, sham-controlled trial. Lancet Psychiatry. 2017;4(11):839-849. doi:10.1016/S2215-0366(17)





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